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Esporte - Nossa grande jogada
27/12/2012

 A cada ano, o trabalho do esporte no Grupo Independente apresenta uma série de novidades. A evolução é constante, sempre com o grande objetivo de oferecer ao ouvinte um produto de primeira qualidade.

O trabalho começa cedo, e as informações relacionadas ao futebol, basquete, futsal, vôlei e demais modalidades se estendem ao longo do dia. De segunda a sábado, a nossa programação diária apresenta 20 boletins, dois programas com duração de 60 minutos, além das transmissões externas, que podem chegar a até 6 jornadas semanais, contemplando as três emissoras: Rádio Independente, Rádio do Vale e Tropical FM.

No departamento esportivo, são mais de 20 profissionais envolvidos, que permanecem numa busca incansável pela informação relacionada ao esporte regional, estadual, nacional e internacional.

E é no esporte que o Grupo Independente mexe verdadeiramente com a emoção. Da criança ao idoso. A paixão pelo esporte não tem idade. Homens e
mulheres. Todos querem saber quem ganhou ou perdeu. E é por isso que estamos nos especializando em fazer rádio esportivo.
Hoje, temos uma das maiores equipe de esportes do Rio Grande do Sul. Fomos uma das primeiras rádios a transmitir futebol nos sinais AM e FM. Sem esquecer da participação do ouvinte, área em que fomos pioneiros na leitura de mensagens durante os jogos de futebol.

Somos uma das poucas emissoras do estado com transmissões externas em som digital. Para isso, em 2012 foram investidos milhares de reais em equipamentos. Com essa estrutura, podemos falar de qualquer ponto do mundo com a mesma qualidade de estúdio.

No futsal, em 2012, transmitimos 25 partidas do Gauchão e Liga Sul.  No Basquete, 27 Gauchão, Brasil Sul.

Mas é no futebol que o Grupo Independente mais se destaca. Afinal, foram 200 partidas ao longo da temporada. Tanto com transmissões regionais, estaduais, nacionais e internacionais.

Hoje, a marca do Grupo Independente e de seus investidores é ouvida em 150 cidades gaúchas, percorre os principais estádios do país e da América e alcançou um patamar de quem merece respeito.

Juntos em 2011 e 2012, fomos destaque na pesquisa Top of Mind como a quarta emissora mais lembrada do Rio Grande do Sul.

Queremos mais, muito mais. E é por isso que estamos planejando uma temporada ainda mais vencedora, pois você investidor, juntamente  com o ouvinte, faz parte desta grande equipe e participa de nossa grande jogada.

Esporte – Nossa grande jogada.
 

Um Feliz 2013 de muito sucesso para todos nós.

 
Enviado por Rodrigo Conte

 
 

Acabou a quarentena
11/03/2012

O termo quarentena é utilizado em casos de reclusão de indivíduos ou animais em casos de doenças ou até mesmo no período pós-parto. Pois foi depois de quarenta dias que o Lajeadense voltou a vencer pelo Gauchão. Justamente contra o adversário que em 2011, desclassificou o alviazul nas quartas-de-finais do segundo turno e também venceu a Taça Lacy Ughini em pleno Estádio Florestal. O Juventude que no meio de semana havia vencido pela Copa do Brasil, veio a Lajeado com time completo e não conseguiu segurar a força do Lajeadense. Saiu atrás no marcador é bem verdade, mas o foco e a vibração que o grupo alviazul estava indicava a vitória. O placar 2 x1 foi pouco pelo que o time criou durante a partida.

 Os goleadores

Numa pergunta comum de repórter, questionei ao atacante Jandson se o mesmo prometia gols. Garantiu que sim. E o “grandalhão” marcou o gol de empate e deu passe para a virada. No final do jogo ainda brincou comigo dizendo que sempre que eu trabalhava em jogos do alviazul, ele havia marcado gols. E tem razão.  Pelotas e Juventude eu estava escalado pra trabalhar e Jandson balançou as redes. Fiquei muito feliz com a declaração, mas principalmente, pelo fato do Lajeadense voltar a vencer e por fim  ao jejum de vitórias.

Sobre o gol da vitória, foi marcado por Gabriel, criado lá em Tamanduá, interior de Marques de Souza, e descoberto na  base do clube. Com tranqüilidade de atacante, concluiu no contrapé do goleiro Jonathas do Juventude, decretando a vitória.

 

Por Rodrigo Conte

 
Enviado por Rodrigo Conte

 
 

Mais um que se foi
14/02/2012

 

Vivemos uma era de profissionalismo do futebol brasileiro. Ainda persistentem alguns boleiros e técnicos conhecidos pelo seu jeito de agir ou pensar. Na última semana, faleceu vítima de hepatite C, Jorge Anadon, 54 anos, técnico de futebol, com passagens por diversas equipes gaúchas, catarinenses e no exterior. Anadon foi centromédio (assim que os volantes eram chamados antigamente), de diversas equipes, como Atlético de Carazinho, Londrina entre outros. Como técnico, seu maior destaque foi recentemente em sua passagem pelo Oriente Médio, onde era conhecido por Jorge Maradona.

Anadon jogava em uma época, que os atletas aplicavam antes das partidas, a vitamina B12. Estas injeções eram feitas em vários jogadores, que entravam em campo mais elétricos e fortalecidos. Naquela época, não se usava muito agulhas descartáveis, talvez venha daí sua doença.

O técnico Jorge Anadon, no qual trabalhei em 1999, no São Paulo de Rio Grande, tinha um estilo diferente de comandar suas equipes. Lembro-me que no clássico diante do São Paulo, eu toquei na bola duas vezes e fui sacado com 15 minutos de jogo. Isso que já havia marcado quatro gols na segundona daquele ano e era o goleador do time. Mas Anadon tinha algumas manias. Sacava qualquer jogador que fosse, na hora que lhe desse na “telha”. Numa partida diante do São José de Porto Alegre, que era comando por Francisco Neto, o Chiquinho, mandou que funcionários do São Paulo enchesse o vestiário de galhos e balas de mel, sabendo que Chiquinho era supersticioso. Aos poucos, os contadores de história do futebol, como era Anadon, estão se indo e o futebol se tornando cada vez mais profissional, e de uma certa forma, perdendo um pouco da sua graça, pelo menos nos bastidores.

 
Enviado por Rodrigo Conte

 
 

Dia histórico para o Lajeadense
11/01/2012

Iniciada em 7 de setembro de 2010, numa área adquirida no Bairro
Floresta, na divisa entre Lajeado e Cruzeiro do Sul, o Estádio
Alviazul apresenta capacidade para sete mil torcedores,
estacionamento para dois mil veículos, 26 camarotes (particulares e
cabines de imprensa), quatro vestiários, alojamento, cozinha,
lavanderia, restaurante, elevador (donos de camarotes, imprensa e
cadeirantes), num investimento que ultrapassou os R$ 6 milhões de
reais.
O vice-presidente de futebol, Nílson Giovanella, que coordena a obra
desde o início, garante que o projeto na área é construir ainda um
ginásio de esportes e um campo de minifutebol, uma vez que os três
campos de treinamento estão em fase final de conclusão. “Aguardamos
uma verba federal para darmos sequência ao nosso projeto”, lembrou
Giovanella, que foi presidente nos últimos três anos e agora assumiu
como vice de futebol.
Esta será a terceira casa do Lajeadense, que foi fundado em 1911, onde
inicialmente utilizava um campo no centro da cidade. Em 1961, foi para
o Bairro Florestal, que também é região central. Hoje, no Bairro
Floresta, afastado 5km do centro, o torcedor terá que se deslocar
através de carro ou ônibus.
Para a festa de inauguração, um amistoso diante do Juventude Caxias,
mesmo time que marcou a despedida do Florestal, na decisão da Taça
Lacy Ughini. Aliás, o time da Serra irá receber as faixas de campeão
nesta partida.
Além do novo estádio, o torcedor poderá conferir a equipe montada pelo
Lajeadense para 2012, que tem no comando o técnico Benhur Pereira. Na
pré-temporada, em cinco amistosos, quatro vitórias e um empate.
“Estamos mantendo este grupo há bastante tempo e que não pararam no
segundo semestre e por isso estão num ritmo bom”, garantiu Benhur, que
está no comando da equipe desde 2010.  A base da equipe tem Fernando,
Bindé, Micael, Gabriel e Juca, Rudiero, Ramos, William e Bruninho,
Osmar e Jandson.
O Lajeadense estreia no Gauchão diante do Grêmio, dia 21 de janeiro no
Estádio Olímpico.

Por Rodrigo Conte

 
 

Florestal de tantas histórias deixará uma gloriosa nostalgia
18/11/2011

Diz o hino: “Esportivo Lajeadense, do Velho Florestal”. A partir deste domingo, poderíamos cantar: “do velho e do novo Florestal”. O jogo entre Lajeadense e Juventude, na decisão da Taça Lacy Ughini, é uma despedida de luxo deste Estádio, que foi fundado em 1961. Segundo o Dr. Ney Arruda, ex-presidente do clube, naquela época, o Estádio foi construído com recursos da antiga área, que ficava localizada na região central de Lajeado. O primeiro jogo realizado ocorreu diante do São José de Lajeado e o primeiro gol marcado foi de Antoninho Christ.

Em recente pesquisa que realizamos, nos seus 50 anos de história, o Estádio do Florestal presenciou jogos e momentos históricos:
-  A conquista da segundona gaúcha, em 1979, quando venceu o Aimoré com um gol de Itamar Conzatti;
- Vitória por 1 x 0 sobre o Inter, em 1981, com gol de Mauro, na despedida de Falcão;
- Em 1991, diante do Grêmio, vitória também por 1 x 0, gol de Denílson;
- A conquista da Copa Abílio dos Reis, 2 x 1 sobre o XV de Novembro, em 1998, dois gols de Jorjão.
- E, num passado recente, o acesso para a primeira divisão, no dia 19 de junho do ano passado, quando goleou o Cruzeiro pelo placar de 3 x 0.
Cada torcedor tem seu momento especial e pretende levar como lembrança mais uma conquista, neste momento especial que vive o C.E. Lajeadense. 

 
Enviado por Rodrigo Conte

 
 

Vacilos tiram a dupla da disputa do título do brasileirão
25/10/2011

Inter e Grêmio poderiam estar brigando pelo título do brasileirão 2011. E se não estão, não é porque os adversários são muito melhores, e sim porque ambos vacilaram em momentos decisivos da competição. Especialmente jogando em casa, diante de suas fanáticas torcidas. Vamos aos fatos.

O tricolor, por exemplo, marcou passo empatando no Olímpico contra o lanterna América Mineiro. Depois repetiu a dose sábado, em Sete Lagoas. Mas tem ainda as derrotas para o Botafogo e o Figueirense dentro de casa. Somente nestes exemplos, são dez os pontos desperdiçados pelo Grêmio, que poderia estar colado nos líderes. Hoje não disputa nada mais do que uma vaga na Copa Sul Americana.

Enquanto isso o Inter esteve uma dezena de vezes próximo de ingressar no G5, mas em todas elas não se ajudou. A exemplo do Grêmio, o colorado desperdiçou pontos impressionantes dentro de casa. Senão vejamos. Vencia o Santos por 3 x 0 e deixou empatar em 12 minutos. Vencia o Coritiba e permitiu o empate. A história se repetiu contra o Corinthians no domingo. No primeiro turno perdeu em casa para o Ceará. São apenas alguns exemplos, mas com pontos suficientes para estar colado no líder do campeonato.

Como se pode ver, num campeonato tão disputado como o deste ano, os detalhes estão fazendo a diferença. A dupla está pagando o preço por vacilos que não poderia ter cometido. Provavelmente os torcedores colorados e gremistas terão que assistir a Libertadores 2012 apenas com paulistas e cariocas representando o Brasil. Culpa dos próprios clubes gaúchos.

Por Aurí Heisser

 
 

Dupla grenal engrena no brasileirão
12/09/2011

 

As vitórias de Inter e Grêmio na 23ª rodada do brasileirão não causam apenas efeitos práticos para ambos na tabela de classificação. Elas evidenciam, sobretudo, um bom momento de ambos neste início de returno. O Inter, que vinha de uma sequência de maus resultados desde o final do primeiro turno, goleou o América e atropelou o Palmeiras em São Paulo, impingindo aos paulistas sua primeira derrota em casa no campeonato. Tudo sob a batuta de um jogador extra classe, o goleador Leandro Damião. Mas além dele tem Oscar, D'Alessandro, Nei, Kleber e Elton, a mais recente descoberta colorada. E tem o técnico Dorival Júnior, que adotou outro esquema e uma filosofia de treinador que joga para vencer. Precisa ainda ajustar o miolo da defesa, mas parece que as soluções estão a caminho.

No Grêmio não há como negar a contribuição de Celso Roth nos resultados recentes. Logo ele, tão contestado, tido como retranqueiro, turrão e cuja contratação foi engolida pela torcida por absoluta falta de opção. Pois ele fez de um grupo de qualidade, mas que não vinha jogando, um time capaz de empolgar novamente a torcida tricolor. São três vitórias seguidas, que se não são incontestáveis, pelo menos são convincentes. Não sei onde podem chegar Grêmio e Inter neste brasileirão, mas uma coisa é certa: se conseguirem manter o ritmo são candidatos (ambos) a uma vaga na Libertadores. E num campeonato cujo título está em aberto, porque não sonhar com ele também, especialmente o Inter, que está a 8 pontos do líder?

Postado por Aurí Heisser

 
 

Grenal 388: venceu quem “quis vencer”
29/08/2011

Depois da conquista da Recopa, a pergunta recorrente era se o Inter não entraria relaxado no grenal de ontem no Olímpico. O técnico Dorival Júnior admitiu que isto poderia acontecer, e ele tinha razão. Os colorados jogaram o grenal em ritmo lento, o time foi previsível, em alguns momentos até indolente, e as referências técnicas não atuaram bem. Isto diminui o mérito do Grêmio pela vitória? De jeito nenhum. O tricolor entrou determinado em campo, e mostrou isso do primeiro ao último minuto. Marcou bem o Inter, neutralizou as principais jogadas e destaques adversários, buscou o gol o tempo todo e aproveitou as poucas chances que criou. Teve ainda contra si a arbitragem, que sonegou uma (ou até duas) penalidades. Desde que está no Grêmio, o goleiro Victor fez o grenal onde menos trabalhou: uma única defesa razoavelmente difícil. Mesmo que o Inter jogasse o grenal de forma mais interessada, provavelmente o Grêmio também teria sucesso. O resumo é que o Inter entrou em campo para jogar, e o Grêmio para ganhar. Essa frase é do técnico colorado Dorival Júnior. Não há reparos a fazer: venceu o time que teve interesse na vitória. O Grêmio passou a ser melhor que o Inter? Acho que não. Mas no grenal 388, deu a impressão que sim.

Postado por Aurí Heisser

 
 

Espantoso: Inter fatura oito títulos internacionais em seis anos
25/08/2011

 

A torcida colorada esperou quase cem anos para comemorar um título importante no cenário internacional. Em 2006, na decisão contra o São Paulo, levantou a taça da Libertadores e depois, no final do ano, surpreendeu com a conquista do Mundial FIFA sobre o poderoso Barcelona. E de lá para cá não parou mais: Sul Americana, Recopa, Dubai Cup, Suruga Cup, Libertadores de novo e agora o bi da Recopa. É um desempenho digno dos maiores clubes do mundo, resguardadas as devidas proporções quanto às competições disputadas. Ocorre que ninguém, no Brasil, chegou perto disso nesse período. E na rivalidade grenal, a diferença fica ainda mais escancarada. O Grêmio tem dificuldade até para ganhar o gauchão. Não se pode afirmar que este ciclo vitorioso vai durar muito mais tempo, mas é fato que o Inter é um clube organizado, com grande faturamento no quadro social, e que talvez apresente o maior número de revelações da base a cada temporada. Se esta política for mantida, não será surpresa a ampliação do número de taças no Beira Rio. Mas há um fato que incomoda o torcedor colorado. Se fora o clube é vencedor, dentro do Brasil já são 31 anos sem comemorar o título do brasileirão. Parece que chegou a hora de tentar recuperar a hegemonia no futebol brasileiro. Ao menos, colocar esta meta no topo das prioridades.

Postado por Aurí Heisser

 
 

Fazendo história nas Minas Gerais
27/07/2011

 

Não importa em que colocação vai ficar o time júnior do Lajeadense na Taça BH. O simples fato de estar disputando a competição, aliado ao desempenho da equipe até agora, já constitui uma experiência altamente exitosa do Lajeadense. A decisão de participar, o acerto da parceria e os resultados que vem sendo obtidos são razões mais do que suficientes para pensar em repetir a dose. Mais do que isso, é preciso mirar a Copa São Paulo de Futebol Júnior, que tem ainda mais grife. É uma vitrine extraordinária para o trabalho de base que é desenvolvido num clube de futebol.

Há o aspecto de projeção do próprio clube, que mostra seu grau de organização e planejamento, e há também a prospecção de talentos, o que sem dúvida nenhuma é o principal objetivo do investimento na base, porque são os futuros craques que vestirão a camisa do clube, e mais do que isso, poderão render os recursos necessários para manter o trabalho e intensificá-lo com mais qualidade. Há também a projeção de membros da comissão técnica. Porque não imaginar que o treinador dos juniores de hoje possa ser o comandante do profissional amanhã.

Imagina então se o alviazul vencer amanhã o Flamengo (ele mesmo, o Mengão) e se classificar para a segunda fase da Taça BH. Para um clube que estava ameaçado de fechar há dois anos atrás, o Lajeadense agora parece não ter limites. Onde estaremos no ano que vem?

Postado por Auri Heisser

 
 

REDAÇÃO ESPORTIVA

Blog da Equipe Esportiva, com opiniões, bastidores dos campeonatos do Vale do Taquari, Rio Grande do Sul e Brasil, além de Comentários sobre Lajeadense e dupla grenal.

 

 

NO ESPORTE

Rodrigo Conte

 

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