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Dia histórico para o Lajeadense |
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Iniciada em 7 de setembro de 2010, numa área adquirida no Bairro Por Rodrigo Conte |
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Florestal de tantas histórias deixará uma gloriosa nostalgia |
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Diz o hino: “Esportivo Lajeadense, do Velho Florestal”. A partir deste domingo, poderíamos cantar: “do velho e do novo Florestal”. O jogo entre Lajeadense e Juventude, na decisão da Taça Lacy Ughini, é uma despedida de luxo deste Estádio, que foi fundado em 1961. Segundo o Dr. Ney Arruda, ex-presidente do clube, naquela época, o Estádio foi construído com recursos da antiga área, que ficava localizada na região central de Lajeado. O primeiro jogo realizado ocorreu diante do São José de Lajeado e o primeiro gol marcado foi de Antoninho Christ. |
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| Enviado por Rodrigo Conte |
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Vacilos tiram a dupla da disputa do título do brasileirão |
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Inter e Grêmio poderiam estar brigando pelo título do brasileirão 2011. E se não estão, não é porque os adversários são muito melhores, e sim porque ambos vacilaram em momentos decisivos da competição. Especialmente jogando em casa, diante de suas fanáticas torcidas. Vamos aos fatos. O tricolor, por exemplo, marcou passo empatando no Olímpico contra o lanterna América Mineiro. Depois repetiu a dose sábado, em Sete Lagoas. Mas tem ainda as derrotas para o Botafogo e o Figueirense dentro de casa. Somente nestes exemplos, são dez os pontos desperdiçados pelo Grêmio, que poderia estar colado nos líderes. Hoje não disputa nada mais do que uma vaga na Copa Sul Americana. Enquanto isso o Inter esteve uma dezena de vezes próximo de ingressar no G5, mas em todas elas não se ajudou. A exemplo do Grêmio, o colorado desperdiçou pontos impressionantes dentro de casa. Senão vejamos. Vencia o Santos por 3 x 0 e deixou empatar em 12 minutos. Vencia o Coritiba e permitiu o empate. A história se repetiu contra o Corinthians no domingo. No primeiro turno perdeu em casa para o Ceará. São apenas alguns exemplos, mas com pontos suficientes para estar colado no líder do campeonato. Como se pode ver, num campeonato tão disputado como o deste ano, os detalhes estão fazendo a diferença. A dupla está pagando o preço por vacilos que não poderia ter cometido. Provavelmente os torcedores colorados e gremistas terão que assistir a Libertadores 2012 apenas com paulistas e cariocas representando o Brasil. Culpa dos próprios clubes gaúchos. Por Aurí Heisser |
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Dupla grenal engrena no brasileirão |
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As vitórias de Inter e Grêmio na 23ª rodada do brasileirão não causam apenas efeitos práticos para ambos na tabela de classificação. Elas evidenciam, sobretudo, um bom momento de ambos neste início de returno. O Inter, que vinha de uma sequência de maus resultados desde o final do primeiro turno, goleou o América e atropelou o Palmeiras em São Paulo, impingindo aos paulistas sua primeira derrota em casa no campeonato. Tudo sob a batuta de um jogador extra classe, o goleador Leandro Damião. Mas além dele tem Oscar, D'Alessandro, Nei, Kleber e Elton, a mais recente descoberta colorada. E tem o técnico Dorival Júnior, que adotou outro esquema e uma filosofia de treinador que joga para vencer. Precisa ainda ajustar o miolo da defesa, mas parece que as soluções estão a caminho. No Grêmio não há como negar a contribuição de Celso Roth nos resultados recentes. Logo ele, tão contestado, tido como retranqueiro, turrão e cuja contratação foi engolida pela torcida por absoluta falta de opção. Pois ele fez de um grupo de qualidade, mas que não vinha jogando, um time capaz de empolgar novamente a torcida tricolor. São três vitórias seguidas, que se não são incontestáveis, pelo menos são convincentes. Não sei onde podem chegar Grêmio e Inter neste brasileirão, mas uma coisa é certa: se conseguirem manter o ritmo são candidatos (ambos) a uma vaga na Libertadores. E num campeonato cujo título está em aberto, porque não sonhar com ele também, especialmente o Inter, que está a 8 pontos do líder? Postado por Aurí Heisser |
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Grenal 388: venceu quem “quis vencer” |
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Depois da conquista da Recopa, a pergunta recorrente era se o Inter não entraria relaxado no grenal de ontem no Olímpico. O técnico Dorival Júnior admitiu que isto poderia acontecer, e ele tinha razão. Os colorados jogaram o grenal em ritmo lento, o time foi previsível, em alguns momentos até indolente, e as referências técnicas não atuaram bem. Isto diminui o mérito do Grêmio pela vitória? De jeito nenhum. O tricolor entrou determinado em campo, e mostrou isso do primeiro ao último minuto. Marcou bem o Inter, neutralizou as principais jogadas e destaques adversários, buscou o gol o tempo todo e aproveitou as poucas chances que criou. Teve ainda contra si a arbitragem, que sonegou uma (ou até duas) penalidades. Desde que está no Grêmio, o goleiro Victor fez o grenal onde menos trabalhou: uma única defesa razoavelmente difícil. Mesmo que o Inter jogasse o grenal de forma mais interessada, provavelmente o Grêmio também teria sucesso. O resumo é que o Inter entrou em campo para jogar, e o Grêmio para ganhar. Essa frase é do técnico colorado Dorival Júnior. Não há reparos a fazer: venceu o time que teve interesse na vitória. O Grêmio passou a ser melhor que o Inter? Acho que não. Mas no grenal 388, deu a impressão que sim. Postado por Aurí Heisser |
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Espantoso: Inter fatura oito títulos internacionais em seis anos |
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A torcida colorada esperou quase cem anos para comemorar um título importante no cenário internacional. Em 2006, na decisão contra o São Paulo, levantou a taça da Libertadores e depois, no final do ano, surpreendeu com a conquista do Mundial FIFA sobre o poderoso Barcelona. E de lá para cá não parou mais: Sul Americana, Recopa, Dubai Cup, Suruga Cup, Libertadores de novo e agora o bi da Recopa. É um desempenho digno dos maiores clubes do mundo, resguardadas as devidas proporções quanto às competições disputadas. Ocorre que ninguém, no Brasil, chegou perto disso nesse período. E na rivalidade grenal, a diferença fica ainda mais escancarada. O Grêmio tem dificuldade até para ganhar o gauchão. Não se pode afirmar que este ciclo vitorioso vai durar muito mais tempo, mas é fato que o Inter é um clube organizado, com grande faturamento no quadro social, e que talvez apresente o maior número de revelações da base a cada temporada. Se esta política for mantida, não será surpresa a ampliação do número de taças no Beira Rio. Mas há um fato que incomoda o torcedor colorado. Se fora o clube é vencedor, dentro do Brasil já são 31 anos sem comemorar o título do brasileirão. Parece que chegou a hora de tentar recuperar a hegemonia no futebol brasileiro. Ao menos, colocar esta meta no topo das prioridades. Postado por Aurí Heisser |
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Fazendo história nas Minas Gerais |
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Não importa em que colocação vai ficar o time júnior do Lajeadense na Taça BH. O simples fato de estar disputando a competição, aliado ao desempenho da equipe até agora, já constitui uma experiência altamente exitosa do Lajeadense. A decisão de participar, o acerto da parceria e os resultados que vem sendo obtidos são razões mais do que suficientes para pensar em repetir a dose. Mais do que isso, é preciso mirar a Copa São Paulo de Futebol Júnior, que tem ainda mais grife. É uma vitrine extraordinária para o trabalho de base que é desenvolvido num clube de futebol. Há o aspecto de projeção do próprio clube, que mostra seu grau de organização e planejamento, e há também a prospecção de talentos, o que sem dúvida nenhuma é o principal objetivo do investimento na base, porque são os futuros craques que vestirão a camisa do clube, e mais do que isso, poderão render os recursos necessários para manter o trabalho e intensificá-lo com mais qualidade. Há também a projeção de membros da comissão técnica. Porque não imaginar que o treinador dos juniores de hoje possa ser o comandante do profissional amanhã. Imagina então se o alviazul vencer amanhã o Flamengo (ele mesmo, o Mengão) e se classificar para a segunda fase da Taça BH. Para um clube que estava ameaçado de fechar há dois anos atrás, o Lajeadense agora parece não ter limites. Onde estaremos no ano que vem? Postado por Auri Heisser |
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De ídolos e treinadores II |
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No dia 15/04 escrevi um post falando da decisão da dupla grenal em transformar seus maiores ídolos em técnicos. A abordagem focava o possível problema futuro em caso de necessidade de demissão. Lembrei também que as torcidas não perdoariam caso os resultados em campo não fossem satisfatórios. Dito e feito. Nem Renato Gaúcho no Grêmio, nem Falcão no Inter, sobreviveram aos maus resultados. Até acho que não deveria, mas futebol e resultados caminham juntos. Não há filosofia, princípio ou conceito que sobreviva muito tempo diante de resultados negativos. E assim ambas as direções angariaram a antipatia de suas torcidas. O ídolo tem uma espécie de aura protetora produzida pelo imaginário do torcedor. Ele sempre espera que ele possa repetir o sucesso de quando ele jogava. No caso de Renato e Falcão, ambos vestiram a camisa de seus clubes em outros tempos, quando se jogava futebol de maneira diferente. Claro que nos dois casos a culpa não foi somente dos técnicos. Renato assumiu o tricolor numa situação ruim em 2010, e conduziu o time para a Libertadores deste ano. Falcão foi campeão gaúcho e conviveu com as disputas internas do clube. Mas sem resultados, não há comando que resista, pelo menos dentro da nossa cultura imediatista. Postado por Aurí Heisser |
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Comparações entre Rio Grande do Sul e Paraná |
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Voltamos de Curitiba nesta segunda-feira (20 de junho), onde ao lado do narrador Moisés Ely (direita na foto), transmitimos Coritiba 1 x 1 Internacional, pelo
Rodrigo Conte - Repórter Esportivo |
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| Enviado por Rodrigo Conte |
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A desgraça do Inter pode estar apenas começando |
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O Inter vive um momento de turbilhão, tanto dentro quanto fora de campo. Depois da queda prematura na Libertadores, o time também não conseguiu decolar no brasileirão. O técnico Falcão, mesmo tendo conquistado o Gauchão, não consegue controlar o vestiário e corre o risco de demissão em caso de derrota para o Coritiba. As razões para as dificuldades estão num grupo envelhecido e acomodado, onde os “estrelões” não se sujeitam a mudanças que os afetem. Mas talvez a raiz de todos os males colorados esteja no cenário político do clube. Durante uma década Fernando Carvalho e seus parceiros apaziguaram os mais diversos movimentos políticos que se engalfinhavam o tempo todo. O clube experimentou um período de crescimento, organização e de conquistas inigualáveis, entre elas o Mundial de Clubes em 2006, além de duas Libertadores. O problema é que a harmonia política acabou. Outra vez os grupos se fracionaram, e colocando seus interesses acima do clube, estão disputando “à unha” os espaços de comando. O resultado, na prática, é um clube dividido cujas mazelas são reveladas de todas as formas para desgastar quem está no comando. É a política do “quanto pior, melhor”. Para os grupos, mas não para o clube. O que demorou uma década para ser construído, ou seja, uma imagem de clube organizado e vitorioso, pode ser destruída em poucos meses. E será, se os ânimos não foram apaziguados urgentemente. Postado por Aurí Heisser |
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Blog da Equipe Esportiva, com opiniões, bastidores dos campeonatos do Vale do Taquari, Rio Grande do Sul e Brasil, além de Comentários sobre Lajeadense e dupla grenal. |
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