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Bastidores do Jornalismo
04/09/2010

As pessoas mais inteligentes deviam ser jornalistas. Digo isso, pois é necessário que um jornalista domine pelo menos um pouco de todos os assuntos.

Quando encontramos um tema sobre o qual não temos total conhecimento, as dificuldades podem ser grandes. É difícil passar a entender um assunto e, no mesmo momento, transmiti-lo ao público de forma compreensível.Contudo, quando essa comunicação funciona, é vista como a melhor matéria, pelo profissional que a produziu, por ser um desafio alcançado.

Além de sermos jornalistas, somos humanos e é por isso que a profissão é um desafio constante. Humanos erram, se emocionam, possuem vontades e opiniões próprias. Muitas vezes, isso precisa ser controlado para que a informação seja transmitida de forma precisa e imparcial.

A maior preocupação dos jornalistas deve ser noticiar os fatos e, a partir disso, o público formará sua opinião. É fantástica a comunicação entre jornalista e ouvinte/leitor/telespectador. A diversidade de assuntos é o mais atraente na profissão, pois nada se repete, nenhum acontecimento é igual ao outro. Toda matéria é única, inédita e, no rádio, imediata.

Os grandes gênios da história não foram os jornalistas. E hoje, também não somos a classe mais inteligente que existe, porém, buscamos a excelência das informações dadas, incessantemente. E é o público que nos acompanha, e reconhece nossa importância, que faz com que tenhamos paixão pela profissão e vontade de evoluir.

 

Enviado por Bárbara Bottoni

 
 

Será que chove?
01/09/2010

Quem nunca iniciou uma conversa com o simples ''Será que chove?'', faça essa poderosa interrogação a uma pessoa super nervosa com algum teste, por exemplo. Pronto! O nervosismo vira chuva, são comentários, palpites, relatos, e até mesmo emoções.

Trabalhar na produção de programas, é tarefa dinâmica e deve acontecer com sol ou chuva, temperaturas negativas ou beirando os quarenta graus. Pensar em pautas não é complicado, afinal tudo pode ser pauta, desde o presidente da república até o vendedor de flores, no entanto, saber o que interessa ao ouvinte é a dúvida que habita o pensamento das produtoras...

Cada ouvinte se identifica com um programa, e com o perfil do apresentador, essa identificação é a essência para adaptação de cada assunto proposto ao público do horário, e é essa a função da produção.

Existem temas que são de interesse comum, no entanto encontrá-los é um desafio constante, uma pauta atual, que nunca saí de moda, que prende a atenção do ouvinte independente da idade, profissão e programa preferido é a PREVISÃO DO TEMPO!

Será que chove?

Vivemos atualmente um cenário meteorológico de inúmeros espetáculos, são verões chuvosos, de tempestades e enchentes devastadoras, invernos rigorosos que registram trinta graus. Mesmo para quem estuda e observa as ações climáticas diariamente, transmitir qual ''tempo'' está previsto, é tarefa delicada. Imagina para quem não vive essa realidade?

Hoje para atender, ao quadro TEMPO CERTO - apresentado de segunda a sexta-feira, na Tropical FM e na Independente AM, em quatro momentos diferentes, a busca é constante. Desde as primeiras horas da manhã, são ligações, e-mails, sites, contato direto com a Metsul, isso tudo regado a muita dedicação, é a alegria de informar ao agricultor a esperada chuva que as plantações precisam, e com desalento do alerta para defesa civil de temporais, chuvas fortes, ventos e queda de granizo.

Vale lembrar que a previsão do tempo, é um prognóstico sem exatidão, sujeito a mudanças e alterações. A corrida segue pela pontualidade e o máximo de precisão a cada instante.

Mas, e hoje ''Será que chove''?

Enviado por Aline Silva.

 
 

Vamos parar de perder jovens no trânsito!
20/08/2010

No último dia 12 de agosto o Rio Grande do Sul contabilizou sua milésima morte no trânsito, neste ano. O mais triste é que as estatísticas apontam para os jovens. A maioria das vítimas na lista é de homens e com pouca idade. Com certeza, até hoje esta lista já aumentou e acredito que bastante, pois no final de semana em que escrevi este texto, mais dois rapazes, um de 19 e outro de 24 anos, tiveram suas vidas interrompidas em nossa região, em acidentes de trânsito.

São noticias tristes que nos assustam a cada dia que passa. Famílias tendo que simplesmente colocar uma pá de terra sobre aquele que era a expectativa de um futuro promissor, e que nunca mais mostrará seu sorriso. Acredito que cada pessoa tem sua hora e momento de partir, porém acredito também que muitos forçam isso. Por quê? Por imprudência.

Somos testemunhas de jovens despreparados, que acreditam serem pilotos de prova e acabam se “estrepando”. Para piorar, em situações, levam outras pessoas consigo, ou ficam sem algum movimento, o que também interrompe a vida, de certa forma.

Mas, o que mais assusta, e faz com que as estatísticas negativas cresçam, é a junção de trânsito com álcool. É impressionante o número de pessoas, principalmente jovens, que em finais de semana saem de carro e se reúnem em pontos estratégicos, como postos de combustível, para beber e depois ir adiante, atrás de um volante ou sobre uma moto. Viagem que às vezes não termina, ou acaba antes do destino previsto.

E de quem é a culpa? Minha? Sua? Dos pais? Das leis? Das próprias vitimas? Na verdade, não sabemos. Sabemos que isso precisa parar, e urgentemente.

 

Acredito que o primeiro passo é o próprio jovem, ou quem for, se conscientizar e abrir os olhos, estando ciente de que o que tem nas mãos, o veículo de transporte, é tão ou mais perigoso que uma arma de fogo. Fatalidades acontecem, porém fatalidades por intermédio de imprudências acontecem muito mais.

 Portanto, sejamos mais prudentes e saibamos dar o exemplo no trânsito, pois todos aprendem sobre isso antes de receber a habilitação. Coloquemos isso em prática. Façamos isso, e seremos testemunhas de estatísticas positivas. Que as famílias parem de perder seus entes, e carros deixem de ser armas nas mãos de jovens e adultos.


Enviado por Marcio Steiner

 
 

Dados alarmantes
13/08/2010

Uma pesquisa divulgada esta semana traz um dado alarmante para os jovens. A taxa de desemprego entre jovens de todo o mundo atingiu em 2009 o maior nível em oito anos e deve seguir o movimento de alta, fechando 2010 com 81,2 milhões de jovens fora do mercado de trabalho. O relatório anual Tendências Globais de Emprego para a Juventude, organizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), mostra que no ano passado o índice de desemprego entre pessoas com idade entre 15 e 24 anos chegou a 13% - ou 81 milhões dos 623 milhões de jovens economicamente ativos. O resultado é o maior da série histórica do levantamento, realizado desde 2002.

Segundo a pesquisa, a falta de experiência é um dos principais empecilhos para que esses jovens retornem ao mercado de trabalho, o que torna mais demorada sua reincorporação em relação aos adultos. É por isso, segundo a entidade, que o desemprego nessa faixa etária deve seguir em nível elevado nos próximos anos.

Como eu sou um empregado e não um empregador, a minha opinião pode não ter grande peso, mas penso que vale a pena compartilhar. Não lhes parece contraditório que os empregadores não deem emprego aos jovens por falta de experiência? Quer dizer que a determinada empresa só contrata pessoas experientes. Mas como esses jovens vão ganhar experiência no trabalho, se ninguém os emprega?

Há muito tempo que o estágio é utilizado pelas empresas como um meio de obter mão de obra barata, quando na verdade ele deveria ser uma forma de aprendizado. Alguém pergunta ao empregador se o estagiário está sempre sendo monitorado por um profissional competente? E quantas empresas que contratam inexperientes?

A verdade é uma só: no mundo de hoje, todos querem ganhar dinheiro e para isso fazem qualquer coisa, sem se importar com o próximo.



Enviado por Ismael Stürmer

 
 

Fim do De Zero a Mil
16/07/2010

Assumi a apresentação do programa De Zero a Mil em abril de 2006, com a saída do Heron de Oliveira, que foi candidato na eleição daquele ano. Desde então, passados 4 anos e 3 meses, estive no “comando” das tardes da Independente, apresentado o De Zero a Mil e todas as suas atrações.

A vida nos impõe novos desafios profissionais a partir de agora e por isso deixo a apresentação. E o programa chega ao seu fim também. A partir de segunda-feira, começaremos um projeto de mudança, mantendo informação com credibilidade e novos programas no ar. O colega Adil César apresentará o Rádio Repórter, entre 14h30 e 16h; o Renato Worm fará o Estúdio Aberto, entre 16h e 18h; e eu passo a apresentar o Panorama Edição da Tarde, entre 18h e 19h.

Aproveito para fazer um agradecimento muito especial a todos, pela força, parceria, apoio e profissionalismo ao longo dos anos. Agradeço em especial a equipe de jornalismo, com quem diariamente convivia, nos momento bons e ruins, aprendemos e erramos juntos. Mas sempre conseguimos manter a credibilidade do Grupo Independente em alta.

 Quero externar um agradecimento todo especial as produtoras que passaram pelo programa: ALINE SILVA, ROSANA WEISS, ANGÉLICA MACHADO e DIRCE BECKER DELWING, que ao longo dos últimos 4 anos trabalharam na produção diretamente comigo. “Meus” repórteres da unidade móvel: Ricardo Sander, Eduardo Eggers, Adriano Mazzarino, Ismael Stürmer e Marcelo Cardoso foram fundamentais neste período, para o bom andamento do programa. Aos demais colegas da redação um agradecimento carinhoso. À equipe técnica que me suportou neste período, agradeço de coração.

Muita história poderia contar aqui dos debates do Contraponto. Quem sabe um dia escrevo um livro sobre o programa, daquilo que foi ao ar e daquilo que ficou somente nos bastidores. O abnegado e voluntário grupo de convidados que participa deste espaço do De Zero a Mil merece todo meu carinho e agradecimento. Aos ouvintes, amigos, companheiros da tarde, as minhas desculpas pelos
momentos que me excedi ou que tenha sido ausente. A partir de agora espero teu carinho, tua participação, tua audiência nas duas edições do Panorama.

 


Abraços a todos

 


FABIANO CONTE

 
Enviado por Fabiano Conte

 
 

Tecnologia X Relações pessoais
12/07/2010

Devido à ausência de internet que houve hoje no prédio do Grupo e também pela falta de sinal de algumas operadoras de celular, passei a refletir sobre a enorme necessidade que temos de usufruir dessas ferramentas.

Hoje em dia, dificilmente alguém trabalha sem o uso da “web” e o e-mail é, sem dúvidas, o meio de comunicação mais usado pelos profissionais. Quando o celular fica sem bateria, as pessoas se sentem como seu aparelho: fora do ar. Dormir com telefone embaixo do travesseiro, a fim de conseguir atender mais facilmente uma ligação, tornou-se algo tão comum, que anormal é quem não o faz.

A dependência que esses equipamentos nos trazem é surreal. Parece que depois de conhecermos as suas utilidades, não conseguimos imaginar como, algum dia, vivemos sem.

Até mesmo as relações entre pais e filhos andam se transformando, visto que uma conversa por telefone toma o lugar de um abraço ou uma conversa amistosa. Sem falar nos namoros virtuais que se tornaram perfeitas “ridicularidades online”.

Não sou contra o uso de tecnologias, até porque me considero uma escrava dela muitas vezes. Contudo, para tudo há limites. Tudo o que a globalização nos traz deve servir para facilitar nossas vidas; nunca para substituir elementos fundamentais nelas. Uma conversa “cara a cara”, por exemplo, vale muito mais do que uma troca de e-mails ou um diálogo via celular. As relações humanas não podem se restringir a essa superficialidade; não é isso que nos faz realmente felizes.



Enviado por: Bárbara Bottoni

 
 

Guri de Uruguaiana
17/06/2010

Um baita show com risadas e muita música na noite da última quarta feira em Lajeado, o Guri de Uruguaiana. Foi a chance de conferir um dos novos talentos do humor rio-grandense, Jair Kobe, tacando piadas à torto e direito, conquistando logo de cara a platéia que lotava o espetáculo.

De Ipods aos costumes gaúchos, o repertório de piadas misturado à música de violão e gaita, homenageia o Rio Grande e parodia grandes sucessos musicais do passado, vários com a letra de Antônio A. Fagundes e Bagre Fagundes na conhecida música Canto Alegretense.

Se você perdeu a primeira leva, ou precisa ver de novo, pode conferir o repeteco dia 1º de julho, no mesmo local e horário.

Maiores detalhes serão divulgados nos próximos dias aqui pelo portal da Independente e também na programação das rádios do Grupo.

 
Enviado por Eduardo Costa da Silva

 
 

Voltei ao Florestal!
15/06/2010

Fazia parte da equipe de esportes da Independente quando o Lajeadense subiu pela última vez para a Série A do Campeonato Gaúcho. Era repórter e vi de perto toda trajetória da equipe. E isto faz muito tempo.

Agora, por não ter mais envolvimento direto com o esporte, deixei de acompanhar o Alvi-Azul e não tinha ido a nenhum jogo este ano. Voltei ao Florestal domingo a noite e fui surpreendido pela presença da torcida. Me decepcionei com o resultado. Talvez tenha sido “pé-frio”. Mas confio na classificação.

Para as massas torcedoras, torcer vai muito além de saber entoar o hino ou de acompanhar os jogos ao vivo ou pela televisão. Trata-se de se sentir parte de uma família que te orgulha e te entristece, mas “à qual serás sempre fiel”.

Em um país como o Brasil, onde o futebol faz parte da vida e da alma de milhões de indivíduos, ser torcedor toma uma dimensão social e emocional muito grande. Estima-se que cerca de 75% da população torçam para algum time. Às vésperas da Copa do mundo, quando a família torcedora grita não mais por uma equipe, mas por um país, tal porcentagem aumenta ainda mais. Mesmo quem não liga para o esporte sente-se tragado pela emoção contagiante do grito de “goooool”.

Voltei ao Florestal com orgulho. E pretendo tornar esta prática rotina na minha vida.


Enviado por Fabiano Conte.

 
 

Raízes do Progresso
14/06/2010

Doze à dezoito horas por dia, trabalhando. Operários e máquinas pelo progresso e o engorde das estatísticas.

 Ao redor, novas estradas, asfalto, concreto, cimento e veios metálicos. Escoando a crescente frota de automóveis e relógios que aumentam o ritmo, à medida em que aumentam os acidentes por aumentos de trânsito.

 Na última vez que vi alguém se manifestar por uma árvore cortada, ouvi em seguida uma resposta falando sobre o progresso. Para onde, nunca soube. Erguem-se paredes de cimento morto sobre um chão que morreu, e chama-se isso de progresso.

Uma árvore morreu na semana passada, num grupo de 69 que caíram para erguer mais uma milha de concreto, estacionamento e escoamento de produção, tudo feito por outra milha de operários, mecânicos, niguém tem que tocar o produto. E esta morte passou impune no boletim que destaca o progresso, a evolução do consumo através de um novo empreendimento lajeadense.

 Implementar novos recursos, novos fins ou meios, estradas, prédios, pontes, muros cada vez maiores para esconder uma sociedade cada vez mais fútil, de si mesma.

 E a comunidade segue abrindo veios pelos vales de cimento. Em meio à estreitos corredores verdes obrigatórios, que separam bandeiras em territórios.

 Outro dia fui àquela casa do morro e foi possível mensurar o recorte, quase infantil, feito à foice e patrola, do que foi um mato equilibrado e muito cheio de vida. Agora aberto, um rasgo no chão, expondo o bucho desta terra, que segue esquentando meus pés e também os sonhos que eu nunca tive sobre o futuro.

Mas tranquilo, o verão ainda está longe.

 E quando a chapa esquentar – leia-se chapa: esse imenso pedaço de chão escaldante e desprovido da sua natureza, recapado por concreto e metal, esquentando ao sol da nova era - onde vamos nos enfiar?

No profundo manto sagrado da terra, onde raízes zangadas haverão de nos enrolar.

 

:)

 
Enviado por Eduardo Costa da Silva

 
 

Dia dos Namorados
11/06/2010

 

Estar enamorado, apaixonado, vidrado... São muitos os adjetivos que podemos usar quando aquela pessoa especial aparece em nossas vidas e verdadeiramente nos transforma. Ficamos como bobos, literalmente viajando em alguns momentos. O tempo não passa rápido o suficiente até estarmos novamente junto da pessoa amada. Aproximamos-nos cada vez mais e nos tornamos namorados.

Tudo é muito bom e bonito, porém até que ponto honramos e nos comprometemos com a pessoa que está ao nosso lado?

Sabemos que o namoro não é de tamanha proporção como um casamento. Mas por que não? Talvez pelo fato de não ser de papel passado.

A partir do momento em que assumimos um compromisso com alguém, mesmo que informal, temos o dever de manter o respeito por esta. Não temos o direito de trair ou ferir este ser humano em hipótese alguma.

Em muitas oportunidades já ouvi falar de pessoas que simplesmente deixam, o que dizem ser seu namorado, e saem com amigos para baladas, festas, e oportunamente até acabam se envolvendo com outra pessoa. Na minha ótica, essa é uma forma muito covarde de trair a confiança e até o caráter de alguém.

Por outro lado, há casais os quais agem como acho que realmente deve ser. Saindo acompanhados, trocando afagos, apoiando um ao outro e principalmente olhando para o futuro na mesma direção.

Por isso a importância de realmente estarmos certos de quando queremos assumir um compromisso conjugal.

Como já comentado anteriormente, o namoro não é um casamento, mas é uma previa do que será. Se não anda bem, não há respeito, o amor verdadeiro não é despertado, o casamento será um reflexo deste.

Mas é isso, cumprimento a todos os namorados, noivos, já casados e os que se consideram eternos namorados. Parabéns por este dia. Que bom que ainda existem pessoas as quais levam uma relação a sério e pensam na vida futura a dois. Aproveito também para parabenizar a minha noiva, a qual esta do meu lado há quase cinco anos.

Que este dia dos namorados seja muito especial, e que o presente principal à pessoa que está ao nosso lado seja o amor verdadeiro.

 

Enviado por Marcio Steiner.

 
 

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