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Ciclos |
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Dizem que tudo são ciclos em nossas vidas. E é verdade. Aprender a caminhar e falar, primeiro dia de aula, companhias. Quase tudo passa. As coisas precisam ser assim, caso contrário nunca teremos novidades. Nesta semana estou encerrando um ciclo que, se não foi o melhor (nada é mais saboroso do que a infância), foi o de maior aprendizado. Nunca esquecerei do dia em que iniciei minha missão na Rádio Independente, a maior emissora do interior do Rio Grande do Sul. Era uma manhã fria de 15 de setembro de 2008. Com meu jeito tímido e acanhado, que carrego até hoje comigo, precisei enfrentar uma realidade completamente diferente. Colegas novos, profissionais consagrados. Um mês depois já fazia minha mudança de Paverama para Lajeado. Será que conseguiria me acostumar? Morando sozinho, com 17 anos, sem conhecer quase ninguém? Quantos medos, preocupações. Mas acima de tudo aquela vontade de vencer e ser reconhecido na minha empresa e na comunidade onde estou inserido queimava como uma fogueira dentro de mim. Era o meu momento. Sabia disso. E, vejam só, eu não morri! Bem pelo contrário...vivi intensamente cada segundo. Recomendo a todos uma experiência do tipo. Por mim ficaria morando para sempre no meu apartamento de um quarto no São Cristóvão. Foi lá que sonhei com dias melhores. Naquele pequeno imóvel fiz diversos planos. E concretizei a maioria. Era lá naquele apartamento que eu ligava para casa quando a saudade da família e de velhos amigos começava a apertar. Lá vibrei e chorei, como todo ser humano deve fazer. Mas quando dei por mim, já era hora de sair, três anos e três meses depois. Como queria viver tudo isso de novo... Nunca esquecerei das primeiras gravações (bizarras), coberturas históricas, viagens, séries de reportagens. Só que tudo são ciclos, lembra? Esse acabou. Por hora. Em breve estarei realizando meu grande sonho de fazer um intercâmbio na Europa. Se vir para Lajeado foi um imenso desafio, imagina lá!!! Acho que consigo superar também. Ainda falando da Rádio Independente, não posso deixar de agradecer a três pessoas que tiveram fundamental importância no meu crescimento profissional: Fabiano Conte, Ricardo Sander e Paulo Rogério dos Santos. Cada um sabe os motivos que os fazem estar nessa lista. Mas não quero excluir ninguém...todos, independente da razão, foram essenciais nesse período. Sou eternamente grato a cada integrante do Grupo Independente, cuja grandeza dispensa comentários. Pelo fato de fazerem parte dessa empresa, vocês já são vitoriosos. Podem acreditar! Estou saindo, mas volto. Louco para correr e suar em busca de cada informação, como sempre foi meu estilo. Obrigado por enquanto. E até logo! Enviado por Eduardo Eggers |
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Prendam-no, ele compartilhou! |
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Muitos já devem saber nessa altura dos acontecimentos, mas as últimas semanas têm sido marcadas pela batalha colossal entre a liberdade na internet e o famoso “copyright”. Agora circula outro projeto pró-censura, ou antipirataria, como preferirem. Muito mais devastador, muito mais autoritário, muito mais corrompido pelos grandes poderes. O ACTA nem foi aprovado ainda e já foi desmascarado pelo Wikileaks - site emblemático do poder do povo na internet. O projeto é um acordo quase mundial de combate a pirataria online, sendo sorrateiramente votado pelos lideres de seus países. Brasileiros podem se orgulhar de seus governantes, o ACTA foi rechaçado aqui. Agora é a hora de combatermos mais esse inimigo da liberdade. Mas, e se perdermos essa luta... Ou alguma futura? Essas ascensões e declínios de ideias para controlar a população até mesmo na internet me fez pensar, “e depois?”. Se dermos brecha, algum projeto com esse intuito será aprovado dia ou noite, e daí, para onde iremos? Alguns internautas mais experientes já devem conhecer, ou ao menos já ouviram falar, da deep web. Será esse o destino das nossas redes sociais e da exposição de ideias, o submundo da internet? Para poderem entender o que digo, um mero conhecimento é necessário. A deep web nada mais é do que as páginas que você não encontra nos sistemas de buscas, geralmente porque os donos não querem ser encontrados. Neste submundo, como se pode imaginar, encontra-se o que de pior há na cabeça do ser humano. As páginas vão desde ótimas bibliotecas virtuais de universidades até a venda de drogas online, e coisas MUITO piores do que isso. Será esse o destino da voz do cidadão, se expandir ao lado de toda ralé humana? Se algum projeto denominado antipirataria for aprovado, sim. Toda essa tensão deflagra um destino sombrio pela frente, onde a liberdade de expressão será tratada como crime, submetendo-nos ainda mais ao controle de governos e da grande indústria. Pense e relembre quanta injustiça evitamos com o poder da internet, ou melhor, quanta injustiça descobrimos através da internet. A web são os olhos, a boca e ouvido da população que luta por igualdade, e os poderosos - para continuar assim sendo - querem nos decapitar. E isso, com o suposto plano de garantir os direitos de produtores lutando contra o compartilhamento. |
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| Enviado por Christian Ely |
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As contradições de ser |
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Contradizer, segundo o dicionário, significa dizer o contrário do que anteriormente foi afirmado ou cair em contradição. Sempre tive pra mim que cair em contradição fosse algo imperdoável, sem explicação, afinal quem defende algo deve defender sempre. Porém, a pouco me dei conta de que o ato é tão dúbio quando a palavra. Estamos acostumados e ver, principalmente pela mídia, casos de contradições. Frequentemente atores sociais mostram-se mudando de opinião, de partido, de “amizades”, algo que nos é apresentado no sentido negativo. As vezes, pessoas próximas também mudam de opinião e este estereótipo negativo volta a assombrar. - Afinal, se fulano dizia isso não pode falar outra coisa agora. Mas, e quando nós mudamos de opinião? Ao defender nossas novas filosofias não fazemos nada mais do que contradizer as antigas. Acredito eu, que melhorar nossas opiniões ou assumir mudanças não seja nada imoral e sim um ato de evolução. E se eu posso mudar de opinião, por que é tão condenável que os outros façam o mesmo? Claro que figuras públicas precisam manter sua linha de raciocínio, caso contrário, seria impossível gerir empresas, governos, associações de classe, etc. Mas, devemos lembrar que antes de figuras públicas, eles são tão humanos quanto nós e podem sim mudar, basta que assumam uma nova posição. Talvez nos falte um pouco mais de tolerância. Sempre vão haver ângulos diversos para todo o tipo de assunto, nos cabe aceitar e ter o discernimento de discutir pacificamente nossas opiniões, afinal também somos passíveis de contradição. Enviado por Josiane Martini |
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Diversão é prioridade para internautas das redes sociais |
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É incrível como as evoluções mudam a rotina da pessoas, principalmente dos profissionais dos meios de comunicação. Hoje em dia quando não se consegue falar com alguém pelo celular o repórter já começa a perder a paciência. Quando a internet não funciona então, parece que não tem mais como trabalhar. Não precisamos retroceder mais do que duas décadas para constatar que era possível viver sem estas tecnologias. Mas hoje em dia, no ritmo que andamos, seria? Ainda no meio “Internet” as evoluções não param. Depois de resistir um pouco, acabei aderindo ao Facebook e ao Twitter, onde você fica “zonzo” com tantas informações. Hoje existe até curso de pós-graduação para se estudar a ligação do jornalismo com as redes sociais. Mas é justamente aí que quero me aprofundar. Por que uma situação tola como “menos a Luíza que está no Canadá” recebe tanta atenção e compartilhamentos dos internautas e posteriormente da imprensa (que hoje dá mais visibilidade ainda ao que vira sucesso na internet) e a discussão de assuntos mais sérios, em alguns casos, passa despercebia? A resposta, no meu ponto de vista é que a maioria, vejam bem, a maioria, dos internautas adere às redes sociais para se divertir e dar risadas, além de encontrar velhos amigos e conversar, do que propriamente para buscar informações. Não estou aqui para julgar, porque uma piada, uma foto, um vídeo engraçado servem para divertir o meu dia também. Não é que isso não seja válido, mas é que ambos poderiam, pelo menos, receber a mesma atenção. Fico feliz quando vejo uma ação criada no Facebook por um grupo de amigos de Encantado ter dado origem a um protesto que será feito nesta quarta-feira contra o aumento do valor cobrado nas praças de pedágio. É sinal que, para outros, além de servir como meio de entretenimento, as redes sociais também servem para atualização e até mobilização. Enviado por Ricardo Sander |
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Lixeira ou pista de corrida? |
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Desde a finalização da belíssima Avenida Avelino Tallini, que passa pela Univates, um problema evoluiu de modo crônico nos acostamentos e calçadas da via: o lixo deixado por frequentadores do local. Do fim de tarde até a madrugada em dias de finais de semana, dezenas de motoristas se aglomeram na região em busca de um espaço para encontrarem-se com amigos, exporem seus veículos, para beber, entre outras coisas. Até aí, problema algum. O problema aparece normalmente quando estes vão embora. Sacos plásticos, garrafas plásticas e de vidro (muitas quebradas) jogadas e despejadas no chão, mostrando uma falta de consciência ambiental e de higiene. Isto que diversas lixeiras estão espalhadas pela via. Se alguém vier de outra cidade em uma manhã de segunda-feira e passar pela avenida, imaginará estar atravessando um depósito de lixo. Este assunto já foi mencionado tantas vezes em jornais, rádio, e redes sociais da internet, sem qualquer mudança de atitude, que aparentemente se desistiu de fazer algo a respeito. Há alguns meses, outra questão chama atenção no mesmo local. Em horários alternativos, motoristas usam a avenida para realizar "rachas" e mostrar seus dotes "Sennísticos". Inúmeras marcas de cantadas de pneus tatuam o asfalto ainda liso da Avenida da Univates. Vamos relevar que algumas queimadas de pneus são de condutores apressadinhos que se apavoram ao ver a lombada eletrônica com limite de 40 km/h. De resto, são "zerinhos" de motocicletas, derrapadas de carros arrancando em alta velocidade ou freando repentinamente. Os canteiros da rótula da Avenida Senador Alberto Pasqualini com a Avelino Tallini, na entrada da Univates, colecionam batidas e buracos nos meio-fios, arrancados por veículos desgovernados, normalmente conduzidos por motoristas já fora de seu estado consciente. Cabe uma fiscalização maior por parte do policiamento para coibir estes excessos que, se não amenizados, podem um dia provocar acidentes graves, inclusive com vítimas. Até porque a palavra prudência não existe no vocabulário da maioria destes pseudo-motoristas. |
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O ano que apenas começou |
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Saudações, caro leitor. Neste começo de ano que está mais rápido do que uma bala de canhão, todos já colecionam vários motivos para discutir com o colega ou amigo virtual. Aquele que foi adicionado, nem se sabe bem por que, e continua mandando mensagens, todos os dias. Ouvindo as conversas da rede social, me pergunto: de que adianta discutir tanto? Na vida há muito mais do que isso que dá nesta tela enorme. E no fundo sabemos disso. Mesmo que tanto se diga nela como tudo deve ser. Creio que a velocidade excessiva do mundo de hoje se dá justamente pelo desejo de consumir e estar adaptado ao que a tela tem mostrado. Entre nós: há grandes possibilidades neste universo. Temos uma rede que faz gerir força usando muitos indivíduos, cada qual sendo um emissor. Só precisamos um pouco de bom senso.
Enviado por Eduardo Costa da Silva |
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Sexta-feira 13 |
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Ninguém sabe ao certo, mas há várias teorias que explicam (ou que tentam explicar) a origem de todas as sextas-feiras 13 serem consideradas dias de azar. A numerologia diz que o número 12 é considerado algo completo: temos 12 meses no ano, 12 apóstolos de Jesus, 12 signos do Zodíaco, entre outros 12's. Portanto, o 13 seria um número irregular e sinaliza infortúnio. O numeral, associado à sexta-feira, dia em que Jesus foi crucificado, o dia é conhecido como um dia de azar. Além disso, acontecimentos negativos na história do mundo contribuem para esta crença. A maioria das pessoas que trata a data como azarada não conhece esse conceito, só segue o que diz o senso comum. O mesmo se aplica àqueles que temem o mês de agosto. Mês do azar, do cachorro louco. Muitos não casam em agosto, não mudam de moradia. Param todos os seus planos por um mês, para evitar o temido azar depositado nos 30 dias. Pude perceber fortemente esse medo quando fui convocada a realizar uma matéria sobre a sexta-feira do dia 13 de agosto de 2010. A matéria englobou aniversariantes do dia, explicações de numerólogos, cartomantes, pessoas que temiam a data e outros que a ignoravam. Através dos depoimentos colhidos, conclui que especialistas não veem o porquê desta ideia de agouro em agosto e na sexta-feira 13. No entanto, é grande o número de pessoas que levam em conta essa cultura para evitar que qualquer coisa dê realmente errado. Em um dos pontos da matéria, entrevistei um empresário que deixou passar o mês de agosto para abrir uma nova filial de sua farmácia. Ele afirmou realmente “congelar” no mês de agosto. Não tomava nenhuma decisão séria neste período. Não que algo de muito ruim já havia lhe ocorrido no mês, mas apenas como precaução. Pessoalmente, não acredito que a sexta-feira 13 ou o mês de agosto tragam azar. Nunca nada de ruim me aconteceu em alguma destas datas e posso afirmar que coisas boas já. Sou da opinião de que as pessoas puxam para si as coisas ruins se acreditam que elas vão se passar naquele momento. Qualquer dia é propenso para ocorrer situações ruins, assim como as boas. Foquemos nas energias positivas e deixemos de lado essa crença maligna. Abstraia! Hoje é sexta-feira 13 e muita coisa boa está por vir! Enviado por Bárbara Bottoni |
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Mordomia Ditatorial |
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Tudo bem, admito que escrevo constantemente (nunca sem motivo, é bem verdade) sobre as balbúrdias dos nossos ilustres políticos, os representantes do povo. Mas recentemente li uma que me deixou ainda mais abismado, embora tenha sido uma espécie de alento, pelo menos por um instante. Explico depois. Você já ouviu falar no termo “mordomia”? Pois é, ele não é tão antigo quanto se possa imaginar. Começou a ser usado com mais frequência após uma reportagem veiculada no Estadão, em 1º de agosto de 1976, pelo jornalista Ricardo Kotscho. O título: “Assim vivem nossos super funcionários”. A matéria nos remete ao período da ditadura militar no Brasil e fala sobre privilégios inconcebíveis dados aos chamados super funcionários do governo e seus familiares. Para sintetizar a revolta que passou a correr de forma simultânea ao sangue em minhas veias, destaco uma parte do texto de Kotscho (lembre-se de que fome e miséria já eram palavras batidas no país naquela época): “O trinco da geladeira quebrou e a mulher não teve dúvidas: chamou um mordomo, pago pelo governo, e deu-lhe ordens para requisitar imediatamente uma geladeira nova, paga pelo governo. Afinal, para quem é mulher de um diretor do Banco do Brasil, pago pelo governo, é mais fácil comprar uma geladeira nova do que mandar consertar a velha – velha de dois meses de uso. [...] Pior é quando a casa inteira é rejeitada, como aconteceu com a casa de um ministro. A casa só não foi abandonada porque se encontrou uma solução pacífica: um subordinado do ministro aceitou ficar com ela em troca da sua, enquanto o ministro cuidava da construção de uma nova.” E o pior, acredite: os que não recebiam as regalias estatais não ficaram revoltados com os fanfarrões. Pelo contrário, reclamaram que não tinham direito às mesmas vantagens. Não vou negar, cheguei a ficar contente nos momentos que se sucederam. Afinal, tudo faz parte do passado. Parei, pensei. Mais revolta. “Será que isso continua ocorrendo?” Sim. Quer dizer, não. Ou melhor...será??? Sei lá, nesse país é tudo um mistério. Pelo menos a ditadura acabou, vivemos em uma democracia. Aquela, do presidente que não sabe de nada e do ministro que não consegue explicar um enriquecimento de milhões. Democracia das obras superfaturadas, do dinheiro na cueca. Para que explicar? Para que saber? As mordomias de outrora eram bem piores. Se elas ainda existem? Nem sei. Já prefiro não saber de nada. Enviado por Eduardo Eggers |
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A corrida é por toda a vida |
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O tempo não para, como diria o mestre Cazuza. O 2011 virou história, e o 2012 de história virou agora. O final de semana foi marcado pela troca de mais um ano, mas diferente dos demais, dessa vez não senti aquele espírito de renascimento sendo invocado pelas pessoas, no meu nicho ao menos, não houve aquela expectativa de “mais um ano que se vai, novas aventuras que virão”, não este ano. Provavelmente a falta de feriado para marcar a troca, assim como no Natal, tenha sido o grande fator para a falta de empolgação do pessoal do ocidente. E isso não deve, nem por um momento, soar como uma crítica, me empolga essa falta de empolgação no ano novo. As pessoas têm por costume fazer promessas de mudanças nesta data, para tentar enganar a consciência, sendo que não realizarão nem um terço dessas promessas. Tudo é questão de se sentir melhor consigo mesmo nessa data. Desculpe, mas não gosto nem de desejar feliz ano novo. Besteira, tudo besteira. Não vou fazer promessas, vou agir, e não só neste ano, em todos. Pare de querer se confortar pela sua falta de atitude no ano que passou, nas centenas de coisas que queria ter feito e por casualidade não fez! Pare de desejar um feliz ano novo para os outros, um ano passou, como tantos outros passarão, o presente passarinho. Desejar um ótimo ano novo para você não vai mudar suas atitudes e pensamentos, comece a desejar a você uma ótima vida. Faça ela valer, e não apenas seu 2012! “Então, vamos lá. Procure dentro de você a força que precisa. Suspire fundo. Comece. Agora. Sua vida está esperando. Feliz vida para você.” Enviado por Christian Ely. |
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Porque mudar é fundamental |
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Chega ao fim mais um ano. Nesta época costumo ver as pessoas mais reflexivas, ponderando sobre o que fizeram ou deixaram de fazer e programando as tarefas inadiáveis para o ano que se inicia. Trocar de emprego, um namorado, emagrecer, viajar, ser mais amável... enfim, os objetivos são os mais diversos. O certo é que todo mundo sempre quer mudar uma coisinha que seja na sua vida. Esta inquietação faz parte do ser humano e, me atrevo a dizer, é saudável. Com acomodação não há progresso, definitivamente. Não quero e nem acho preciso provocar uma revolução, mas que mudar é importante, ah isso é. Mesmo para aqueles que não gostam de remoer o passado vai ser bom chegar ao fim de 2012 e ver que as tais metas deram certo ou que, pelo menos, houve luta para que elas acontecessem. Acredito que mudar está intimamente ligado com viver. Mesmo que alguém fique imóvel por anos, ainda assim haverá mudança, as marcas do tempo e os cabelos brancos se encarregarão disso. Então, por que não mudar por livre e espontânea vontade e ir em busca do que você quer?
Um feliz, abençoado e diferente 2012! Enviado por Josiane Martini |
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Neste blog o espaço será dos indivíduos que estimulam a discussão coletiva. Pontos de vista, comentários, sugestões ou reclamações, um local aberto à contemplarem suas visões, para todos atuarem de forma livre. Aqui você encontra opinião em constante transformação. |
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