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22/01/2013 - Atualizado em 22/01/2013 07:51
Alimento essencial, feijão perde espaço no cardápio do brasileiro

O feijão preto continua sendo um alimento recomendado por especialistas, mas seu consumo está perdendo espaço no cardápio da população. A leguminosa é originaria do Brasil, sendo até consumido por índios antes mesmo da colonização portuguesa. Entretanto o país está perdendo sua capacidade de produção, atualmente é consumido cerca de 18kg de feijão por habitante/ano. A estimativa é de que o Brasil vá consumir 3,7t milhões e produzirá 3t milhões, tendo que importar da Argentina e da China o alimento originário daqui.

O Vale do Taquari chegou a plantar 2 a 3 mil hectares, hoje apenas 800 hectares são utilizados para o plantio do feijão. No Brasil, Irecê na Bahia é a região com maior produção do alimento.

Existem diversos tipos de feijão, não apenas o preto, que é o mais consumido no Rio Grande do Sul.

Carioca - Bastante utilizado em São Paulo, é o mais consumido no Brasil e é rico em magnésio.
Rosinha - Utilizado especialmente em Minas Gerais, Goias, Pará e São Paulo, é rico em fibras.
Bolinha (ou Manteiga) - É utilizado na culinária portuguesa.
Branco - Muito utilizado em caldos cremosos, sopas e saladas, é rico em zinco.
Fradinho - É usado em salada verde e acarajé.
Jalo - Usado em Minas para fazer o feijão tropeiro.
Mulatinho - Usado também em Minas para fazer a feijoada, é rico em cobre.
Azul - Utilizado na culinária japonesa.

Sendo estes os mais consumidos no Brasil.

Em termos de calorias, 100g de feijão carioca tem 49kcal, de feijão branco tem 94kcal e feijão preto 105kcal.

Pessoas com excesso de ferro no sangue devem ter cuidado no consumo do alimento. Já na situação oposta, pessoas com carência de ferro, é indicado o consumo da leguminosa.

 

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